PREFEITURA ADMITE ERRO. CABEÇAS VÃO ROLAR??*

 











*AMADORISMO TOMA CONTA DA GESTÃO DO PREFEITO BIM.*

Em Santa Terezinha de Itaipu, a gestão municipal conseguiu transformar um projeto de criação de 42 cargos públicos em um verdadeiro atestado de falta de planejamento.

Na sessão da Câmara da última quarta-feira (4), após questionamentos sobre o impacto financeiro do projeto, diretores da própria Prefeitura admitiram erros no relatório apresentado aos vereadores.

E chama a atenção uma ausência justamente no momento em que as explicações eram mais necessárias: os secretários municipais da Fazenda e da Administração não estavam presentes para responder aos questionamentos, justificar os cálculos e esclarecer um aumento de despesas tão sensível aos cofres públicos.

A justificativa? Não consideraram adequadamente que contratos de servidores PSS que estariam próximos do vencimento e que parte dos novos cargos que se pretende criar ocuparia essas vagas. Também anunciaram a intenção de terceirizar serviços na saúde.

E mais: a possível terceirização foi anunciada por diretores durante a sessão, sem que os secretários responsáveis ou o próprio prefeito estivessem presentes para confirmar a proposta, apresentar seu planejamento ou esclarecer seus efeitos financeiros.

*Mas cadê os números que comprovam tudo isso?*

Até o momento, nenhum novo demonstrativo foi apresentado para esclarecer o impacto real dessas mudanças.

E como incluir numa estimativa financeira uma terceirização que, até agora, não foi formalmente apresentada à população? Onde estão os estudos, os custos previstos, os serviços que seriam terceirizados e a economia efetivamente projetada?

E os atuais servidores concursados da Secretaria de Saúde? Como ficariam diante dessa possível mudança?

Mais uma vez, os vereadores terão que decidir com base em explicações verbais e projeções não demonstradas, em vez de documentos técnicos que comprovem o impacto real da proposta?

E estamos falando de um município cujo índice de gastos com pessoal já atingiu 49,15%, perigosamente próximo do limite prudencial de 51,30%.

Os vereadores Alexandre e Isoldi se posicionaram contra o projeto, justamente diante das incertezas sobre seus efeitos nas contas públicas. Se não fossem os questionamentos realizados pelo vereador Alexandre esse absurdo teria passado em branco.

E os vereadores da situação como sempre “amém” para tudo que do Executivo “vem”, mesmo que comprometa o futuro do município.

O mais absurdo é que a Prefeitura encaminha um projeto dessa importância sem apresentar um estudo completo e confiável.

Isso não é um simples detalhe técnico. É falta de planejamento. É amadorismo administrativo!

Afinal, estamos falando de despesas permanentes, crescimento da folha e decisões que podem comprometer o futuro financeiro do município.

E fica a pergunta: quem está fazendo as contas da Prefeitura?

Porque administrar dinheiro público exige mais do que boas intenções. Exige competência, responsabilidade e uma equipe que saiba o que está fazendo.

*O prefeito precisa entender: Prefeitura não é lugar para aprender a administrar por tentativa e erro. E a população não pode pagar essa conta!*

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