FESPOP 2026: SHOW INTERROMPIDO, EQUIPAMENTO QUEIMADO… E A PERGUNTA QUE FICA: QUEM FALHOU NA SEGURANÇA?

 











O que era pra ser a maior abertura da história da FESPOP… virou um alerta nacional.

O show de Gusttavo Lima foi interrompido após poucos minutos.
Motivo? Muita chuva, falha técnica, equipamentos queimados e risco mencionado pelo próprio cantor, que
enfatizou que a estrutura do palco apresentava risco elétrico, o que impossibilitou a continuidade de sua apresentação.

E isso não é “blog falando”.

A própria imprensa confirmou:

E ainda, segundo relatos não houve plano de evacuação do parque de exposições nem sonorização de plano de emergência.

NÃO FOI SÓ CHUVA, FOI FALHA DE PREVENÇÃO

Porque vamos ser claros:

·        chuva não derruba evento estruturado

·        chuva não queima equipamento preparado

·        chuva não paralisa show se houver planejamento técnico adequado

Evento grande se antecipa ao risco.

E é aqui que o alerta fica ainda mais grave.

PELA PRIMEIRA VEZ, A PREFEITURA NÃO ASSUMIU A LINHA DE FRENTE TÉCNICA

Historicamente, a FESPOP sempre contou com:

·        equipe técnica da própria prefeitura

·        acompanhamento direto

·        elaboração do projeto e acompanhamento rigoroso na liberação junto ao Corpo de Bombeiros

Mas em 2026, isso mudou.

·        A prefeitura terceirizou essa responsabilidade.

E mais: por dispensa de licitação.

CONTRATO DE R$ 61 MIL SEM LICITAÇÃO PARA SEGURANÇA TÉCNICA

Conforme o processo oficial anexado:

·        foi contratada empresa para elaboração e execução do PTPID-IOT (Projeto de Prevenção de Incêndio e Desastres)

·         incluindo aprovação, execução e acompanhamento técnico

·        Valor: R$ 61.960,00

E o próprio estudo técnico deixa claro:

·        essa empresa seria responsável por garantir a segurança operacional do evento

·        incluindo estrutura elétrica, iluminação de emergência, sinalização e medidas contra incêndio

Ou seja:

·        não era um serviço secundário

·        era o coração da segurança técnica do evento

 E MESMO ASSIM… O SHOW PAROU

A pergunta é inevitável:

·        onde estava essa segurança técnica no momento da falha?

Porque o próprio documento prevê:

·        execução integral das medidas de segurança

·        acompanhamento técnico da vistoria

·        garantia de funcionamento dos sistemas durante o evento

E TEM MAIS!!!!

 POSSÍVEL CONFLITO: CONTRATAÇÃO DIRETA E LIGAÇÃO POLÍTICA

E aqui entra outro ponto sensível.

A empresa contratada SEM LICITAÇÃO, pertence a Cristiano de Freitas Ortega que é
genro do atual diretor de planejamento do município.

E aí surgem questionamentos: Porque a prefeitura não executou o projeto de prevenção e segurança neste ano? Seria direcionamento e favorecimento de licitação? Seria conflito de interesse?

Porque quando se trata de dispensa de licitação para um contrato técnico sensível e ainda por empresa de genro de diretor de planejamento da prefeitura, ISSO NÃO É MERO DETALHE, É MATÉRIA para TCE e MP.

E O CORPO DE BOMBEIROS?

Outro ponto que precisa ser esclarecido:

·        o projeto foi aprovado?

·        todas as medidas foram executadas conforme previsto?

·        houve vistoria completa e adequada?

Porque o próprio processo deixa claro: a execução correta dessas medidas é condição para liberação do evento

 A RESPONSABILIDADE AGORA É INEVITÁVEL

Prefeito.
Presidente do Provopar.
Gestores responsáveis.

quem responde por isso?

E A PERGUNTA FINAL

Se no primeiro grande teste…

·        o sistema falhou

·        o palco balançou

·        o risco apareceu

Então a pergunta que fica é: quem garante que está seguro agora?

Porque a FESPOP não é só evento. É história, é marca e confiança!

E confiança… quando abala na segurança…não se recupera com discurso.

 



 


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