Fiscais de obras e posturas com “Desvio de função e retirada de atribuições”
Na edição do dia 10 de fevereiro,
fizemos uma publicação, sobre a fiscalização de obras e posturas, suas
atribuições, deveres e objetivos.
Na mesma publicação, abrimos
espaço para a participação de nossos leitores, que nos enviaram sugestões a
avaliações sobre o trabalho de fiscalização de obras e posturas em nosso
município.
Vamos tentar fazer um resumo das
diversas mensagens que recebemos, relatando um pouco das participações e
deixando espaço aberto para as justificativas da secretaria municipal de
planejamento.
O que mais pudemos notar nas
participações, é a indignação das pessoas, quanto a falta de notificações de
irregularidades. Os terrenos baldios lideram as reclamações de pessoas que
acreditam ser necessário maior trabalho dos fiscais e notificações de limpeza e
multas, conforme previsto em lei. Na verdade, também concordamos com a
observação popular, inclusive esse procedimento poderia amenizar o trabalho da
secretaria de obras.
Outra questão relatada, que chega
a ser uma denúncia, é a de que os fiscais não estão tendo autonomia para
executar suas funções, havendo muita centralização de trabalho com os
superiores da pasta. Relatam por exemplo, que em outras gestões, quem fazia as
vistorias das obras para liberação de instalação de água e energia elétrica
(anuência), eram os fiscais e que agora são feitas diretamente com os
superiores hierárquicos.
Ainda segundo informações, a retirada
de atribuições dos fiscais de obras e posturas, vem ocasionando a falta de
atividades, proporcionando a algumas pessoas, liberdade para tratar de questões
pessoais em pleno horário de trabalho. Há relatos, inclusive, de um servidor
que vem desenvolvendo trabalhos em outras secretarias, em outras funções, uma
espécie de “coringa” do “Alto Clero do Paço Municipal” (desvio de função).
Nota: Espaço aberto a secretaria
de planejamento urbano, para as devidas explicações, caso julgar necessário.
