Criação da secretaria de cultura é início do inchaço da máquina pública
Como havíamos comentado, ainda ano passado, sobre a prevista reforma administrativa, que o prefeito BIM pretendia fazer, na tarde desta quarta-feira (19), foi anunciado pelo prefeito e o novo secretário Marcilio Soares, a criação da secretaria da cultura de STI.
Foi a primeira grande“aparição”
do badalado artista sacro, como gestor do setor cultural do município. Aliás, passados
dois meses de gestão e o novo secretário nada fez de inovador na cultura
itaipuense, a não ser agora propor a mudança de diretoria, para secretaria.
Segundo Marcilio Soares, a
criação da secretaria visa fortalecer a identidade cultural e garantir que
a arte seja um direito de todos.
Sinceramente nobre secretário,
todos sabem que não é a mudança de nomenclatura de um setor público, que irá
fazê-lo diferente e nem menos garantir que a arte seja um direito de todos.
Vejam por exemplo, nossa vizinha
Foz do Iguaçu, que tem a Fundação Cultural, autarquia municipal independente e
com orçamento próprio, mas que sempre saiu perdendo para nosso departamento de
cultura.
Segundo nossas fontes, a
secretaria de cultura é apenas a primeira das cinco secretarias que o prefeito
BIM pretende criar neste início de mandato. As secretarias normalmente vem
acompanhadas de diretorias e chefias, o que pode totalizar a criação de mais 25
cargos comissionados, dependendo do novo organograma funcional da prefeitura.
Um verdadeiro “cabide de emprego”,
que visa agradar apaniguados políticos, parentes e pessoas ligadas à igreja
onde o nobre alcaide frequenta.
