COMEMORAÇÃO VIRA “CORTINA DE FUMAÇA” PARA TENTAR ESCONDER MÁ VOTAÇÃO DE “VERMELHO PAI E VERMELHO FILHO” EM STI


A URNA DEU O RECADO: NEM O APOIO DA PREFEITURA GARANTE VOTAÇÃO EXPRESSIVA!

Os números das urnas merecem uma reflexão política importante. Os deputados conhecidos como Vermelho Pai, com 1.417 votos, e Vermelho Filho, com 1.551 votos, tiveram votações que podem ser consideradas modestas diante da estrutura política e do suposto apoio da prefeitura.

O contraste chama a atenção quando observamos candidatos que, mesmo sem o apoio da administração municipal, chegaram a resultados bastante próximos. Cassol obteve 1.118 votos, enquanto o candidato sargento Fahur, alcançou 1.218 votos.

A diferença nos números levanta uma questão legítima: se existe uma estrutura política por trás de determinadas candidaturas, por que o resultado nas urnas não se traduz em uma vantagem mais expressiva?

E existia estrutura política por trás das candidaturas de Vermelho pai, e Vermelho filho em STI?

A foto de nossa matéria confirma o apoio claro da secretária de saúde, Daniela Vitorassi e do vereador Jacaré, ao candidato Vermelho pai, em uma comemoração que serve de “cortina de fumaça”, para tentar não revelar a decepção da baixa votação.

Também, nos bastidores políticos e em toda a cidade, não há quem negue o apoio claro de toda a equipe de governo do prefeito BIM, aos candidatos citados e também aos candidatos Hussein Bacri e Dilceu Sperafico, que também obtiveram votações frustrantes.

Hussein Bacri, líder do governo Ratinho e bajulado pelo prefeito Bim, fez apenas 1.373 votos, enquanto Dilceu Sperafico alcançou somente 1.323 votos.

Mas é importante lembrar aos nossos queridos leitores, que nessa breve avaliação, não estamos considerando a possibilidade de serem confirmadas as denúncias da compra de votos através de vale-combustível no município, em matéria já publicada em nosso blog e que ainda estão sob investigação pela Polícia Federal.

A política não se resume a alianças, cargos ou apoios institucionais. O voto é a manifestação da vontade popular, e cada eleitor tem o direito de escolher livremente quem considera preparado para representá-lo.

A lição é clara: apoio político não é sinônimo de aprovação popular. No fim das contas, quem decide é o eleitor, e os números das urnas merecem ser analisados com atenção, transparência e responsabilidade, pois o eleitor já está dando o recado a atual administração de Santa Terezinha de Itaipu.

Porque, na democracia, nenhuma estrutura política é maior do que a vontade do povo!

 


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