Sobrepreço de alimentos e bebidas e monopólio de barracas são motivos de críticas da FESPOP 2026
Após um ano de forte pressão popular, finalmente o prefeito
Antonio Luiz Bendo (BIM), tomou coragem e conseguiu realizar a FESPOP 2026.
Esse ano as desculpas de restrições e orientações do
Ministério Público de 2025, ficaram no esquecimento e o desgaste político causado
pela polêmica decisão da não realização do evento certamente foram bem
avaliados pelo alto clero do paço municipal.
Mas como era de se esperar, a organização da festa deixou muitos
motivos de críticas desde a organização, até a realização do evento. A terceirização
irregular e o serviço de segurança por exemplo foram motivos de denúncias de
nosso blog, em matérias publicadas com comprovações documentais.
Mas hoje vamos falar de mais alguns motivos de críticas
relatadas por leitores de nosso blog que frequentaram a FESPOP 2026.
O sobrepreço de alimentos e bebidas e a monopolização das
barracas através de uma empresa privada, é a principal reclamação quanto a
consumação interna e externa no evento.
Produtos como um “Shawarma” custando R$ 40,00, espetinhos a
R$ 20,00, churros R$ 20,00, X-Salada R$ 35,00, cachorro quente R$ 25,00 e
churrasco grego a R$ 30,00, são apenas alguns itens relacionados por nossos
leitores, que cobram a promessa feita pelo prefeito Antonio Luiz Bendo (BIM),
de que em sua gestão realizaria uma FESPOP com preços populares e oportunidade
para todos venderem aos arredores da festa popular.
Lembrando que já publicamos um vídeo de campanha do então
candidato Antonio Luiz Bendo (BIM), em entrevista ao apresentador, deputado e “protagonista
de barracos”, Luciano Alves, prometendo uma FESPOP que segundo ele seria
diferente, com preços populares e autorização para todos venderem seus
produtos.
“Onde está a oportunidade para todos e produtos acessíveis para a população? O que pudemos ver foram preços abusivos e vendedores de outros municípios sendo privilegiados com os melhores pontos de vendas!” (Desabafou um dos frequentadores da festa).
