TUCUNARÉ OU TRANSFORMER?
A pergunta que não quer calar: quem foi o corajoso (ou imprudente) que vai assinar o recebimento desse “tucunaré”? Foram R$ 699 mil com projeto bonito no papel… e o que apareceu na prainha parece saída de sucata de filme B. Nada, absolutamente nada, lembra a proposta original da licitação. E aí entra o ponto sério: cadê o fiscal do contrato? Vai atestar mesmo algo que foge completamente da singularidade prevista? Porque vale lembrar: órgãos de controle estão punindo gestores e fiscais que “passam pano” em entregas irregulares. Ou corrige… ou depois explica.
FESPOP: BASTIDORES COMEÇANDO A FERVER
Recebemos um vídeo e cópias de processos envolvendo uma pessoa que, segundo materiais divulgados na mídia regional, seria coordenador da FESPOP. O histórico? Pesado. Estamos analisando tudo com cautela — porque aqui não se publica achismo. Mas vem matéria por aí. E vem com documento.
SEGURANÇA DA FESPOP EM XEQUE
O que mais se ouve na cidade: preocupação. Pais apreensivos, relatos de que a empresa responsável pela segurança não tem histórico em eventos de grande porte. E não estamos falando de festa de bairro — a FESPOP atrai milhares de pessoas. Segurança não é detalhe. É prioridade. Seguimos apurando. Porque se der problema, não adianta correr depois.
“OPORTUNIDADE PRA TODOS”… SÓ QUE NÃO
Sai decreto no Diário Oficial proibindo comércio ambulante e estacionamento no entorno da FESPOP. Resultado? Revolta. Curioso como o discurso de campanha era “abrir espaço pra todos”… Na prática, estão fechando a porta na cara de quem mais precisa trabalhar.
O HOMEM DO SOM E O SILÊNCIO SUSPEITO
Lembra dele? Pois é… parece que o enredo só piora. Tem print, tem áudio, tem desespero. E a pergunta que ecoa: esse novo equipamento móvel foi no débito… ou vai cair no crédito da Justiça? Porque, pelo andar da carruagem, vai ter que explicar. E não é pouco.
NEPOTISMO MODE ON?
Seguimos acompanhando… E o que chega é que o apadrinhamento pode ter atravessado até associação. Será? Se for, é mais um capítulo do velho roteiro: muda o discurso, mas a prática continua a mesma.
A CIDADE REAL (QUE NÃO É A DA PROPAGANDA)
Enquanto isso, o povo reclama: * Do Lixão ,* Transporte intermunicipal precário, * Ônibus sem ar-condicionado*, Praças abandonadas. E o “Parque das Flores”? Já tem gente chamando de Parque do Mato. Porque flor mesmo… só no nome. Mas claro, a prioridade segue firme: eventos e o tucunaré! O resto… vai ficando pra depois.
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