Escândalo dos supercontratos da cultura – Quem seria Marcílio Tavares???
E já que o presidente da câmara municipal, Fernando Dal Pont Júnior, se recusa a colocar em pauta o requerimento solicitando informações oficiais sobre o “escândalo dos supercontratos” da secretaria da cultura, continuamos nossa saga para levar a verdade para a população.
Só para relembrar nossos leitores (as), denunciamos em nosso
blog a realização dos chamados “supercontratos” da secretaria de cultura com
arte educadores de várias especialidades, com valores considerados muito acima
da média nacional e a falta de habilitação profissional de vários contratados
que inclusive já atuam nas atividades da secretaria.
Mas hoje vamos falar de uma novidade no caso e que promete
ser um verdadeiro “apocalipse” no esclarecimento dos contratos para a
população.
Conforme informações de bastidores, vários contratados
estariam mesmo com sérias irregularidades na documentação comprobatória de
habilitação profissional para exercer a função. Existiriam inclusive cópias de
certificados com fortes indícios de irregularidades circulando pela cidade e
que comprovariam as denúncias.
Essa semana por exemplo, tivemos uma denúncia que existiriam
certificados irregulares assinados por uma pessoa chamada “Marcílio Tavares” e
que seria um personagem ‘fake’.
Por outro lado, temos o conselho municipal de cultura, que
segundo informações, alguns membros também teriam cópias desses documentos, mas
não denunciando os casos por motivos ainda não esclarecidos. Lembramos
que os membros do conselho municipal de cultura também são responsáveis pela
fiscalização dos atos da secretaria e podem ter que responder judicialmente
caso convocados.
O fato é que esses documentos estão prestes a serem revelados
para a população, pois é natural que essas informações sejam compartilhadas na
cidade.
Quanto ao secretário Marcílio Soares, para o bem de sua honra
e para provar sua honestidade e transparência, esperamos que tome a iniciativa
de disponibilizar esses documentos para os vereadores que assinam o
requerimento de explicações, mesmo que o presidente da câmara não coloque na
pauta das sessões.
